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sexta-feira, 8 de março de 2013

Parabéns a nós mulheres!


Tinha que aproveitar o dia especial de hoje para dizer algumas palavras a todas as mulheres importantes da minha vida.

Sou hetero de corpo e alma, mas também sou o bastante para reconhecer que sem nós MULHERES, AS DE VERDADE, esse mundo não seria igual.

Haveriam menos flores, menos risos, menos sentimentalismo, menos "homens da vida" e o mais importante: menos brilho, menos compreensão, menos ternura, menos amor de amiga(s).

Desejo que esse dia possa ser inspirador a muitas mulheres que ainda deixam as amarras da vida lhe acorrentarem, seja um marido, um trabalho insatisfeito, um namoro ou a simples falta de atitude. TENHAM FORÇA! Nós podemos tudo.

Lidamos com o rótulo de "sexo frágil", mas toda mulher sabe que nenhum homem aguentaria uma cólica (praticamente todo mês)... Sabemos que não somos frágeis, ao contrário: 'uma mulher pode acabar ou elevar a vida de um homem' e somos nós que decidimos isso. Lembrem-se!

Lutamos pela igualdade por décadas e depois que a conseguimos legalmente infelizmente algumas ainda se deixam esconder. MELHOREM, libertem-se! Podemos fazer tudo e tão bem quanto o sexo oposto, mas de salto alto!

Nesse dia internacional da mulher só desejo as mais alegres, exuberantes, sensuais e lindas felicitações a nós mulheres de verdade! Sem esquecer de que devemos ter o respeito dessa data não só no dia oito de março, mas durante os outros 364 dias do ano, quando estivermos fazendo jus aos nosso sexo.

Que continuemos honrando o 'sexo frágil' e fazendo que o mundo a nossa volta nos perceba como somos: lindas, poderosas, sentimentais e cheias de atitude.



A minha mãe, as tias, primas e amigas que me fazem ser uma mulher melhor.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Luto

Parece que ainda posso ouvir o barulho do tiro...
Aquele que te matou.
Que cena cruel. Que mente cruel.
Ah como doeu! Nem imaginas o quanto foi doloroso pra mim.
Nem eu imaginava.

Pior ainda foi saber o calibre que desferiu o golpe mortal:
o pior suicídio que ouvi falar.
Tu mesmo se matou dentro de mim...
E da maneira mais cruel que havias de fazer.

Restou-me apenas enterrar teu corpo empalidecido e frio.
Fora de mim.
Para que não corra o risco de tuas cinzas tomarem forma 
e adentrarem novamente em meu peito.

Levaste consigo um pedaço. Um grande pedaço.
Enterrei contigo aquela parte que ficava estátua ouvia sua voz, 
mesmo quando você ainda estava se aproximando...
Ou que sequer poderia te ver, 
como nas vezes em que o telefone tocava.

Fostes enterrado.
E não quero mais ser amedrontada por fantasmas.

És apenas uma lembrança.
Do quanto aguém pode querer um outro.

Lembrança? Morreu também.

Uma palavra. 
Duas. 
Adeus, amor.



Texto escrito algumas semanas atrás..